Imposições de pensamentos e ações sob pretexto da diversidade


NÃO GOSTAR DE CARNAVAL É RAC*** AGORA

O controle do discurso envolve um pensamento supremacista - rac** estrutural - uma forma de dar a um grupo prioridade em direitos, diminuição de deveres, o direito de chamar tudo o que divirja do que tal grupo goste de algo criminoso e/ou repulsivo. 

O mesmo tem ocorrido em casos de pensamentos ateístas - crença na Bíblia é tratada como algo ultrapassado, prejudicial, simplesmente por não ser bem aceito por determinados grupos. Discordar dos pensamentos evolucionistas e/ou ateístas passa a ser negacionismo, etnocentrismo, rac*. Tornar um termo tão vago que qualquer coisa possa ser classificada com tal: não gosta de carnaval (rac*), defende a Bíblia (negacionista, rac**, etnocentrista, eurocentrista...).                                                                                                                                   

É planejado, racionalmente executado para desumanizar, condicionar os pensamentos, as ações, a algo prejudicial e que deva ser proibido e punido pela sociedade, mesmo sem base alguma, seja científica, lógica, moral. Rejeitam determinada moral apenas para impor um modelo impreciso, vago, ruim de determinação de conceitos, e esta determinação é geralmente mais arbitrária (mas sob o pretexto de diversidade de pensamento).        

Contradições (imposições em nome da diversidade, supremacismo sob o pretexto de luta contra algo visto como supremacista, busca da destruição de pensamentos religiosos sob o pretexto de proteção da diversidade religiosa, luta contra religião/ões específicas sob o pretexto de rejeição de toda e qualquer religião - ainda que o próprio pensamento e ações para isso se assemelhem ao que possa ser tratado como fanatismo religioso - e o fanático é o que apenas deseja ter o direito de falar sobre o que acredita, e não os perseguidores). 

Deus nos ajude, abençoe e fortaleça.

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